Pênis embutido

A melhor definição para o pênis embutido é a de um pênis com um tamanho normal, mas com a exposição inadequada do falo (pênis).

Trata-se de uma anomalia genética onde a fáscia abdominal profunda (tecido localizado na região suprapúbica) não é bem fixada no púbis, fazendo com que o tecido suprapúbico se projete por sobre o pênis. Além disso, o dartos escrotal (tecido localizado abaixo da pele do escroto) também não é fixo à base do pênis. Essa fixação inadequada dos tecidos, tanto na parte dorsal (em cima) quanto na ventral (abaixo) do pênis, dá impressão de um falo com tamanho menor que o real.

Um erro bastante comum em consultas pediátricas é orientar os pais que, com o crescimento e desenvolvimento da criança e consequentemente do pênis, ocorrerá naturalmente uma melhor exposição do falo, porém isto nunca ocorrerá sem um tratamento adequado. Uma criança com pênis embutido será um adolescente, um adulto e um idoso com pênis embutido, sofrendo bullying e frustrações por toda a vida.

Além disso, com o passar do tempo, o ganho de peso e o efeito da gravidade sobre o corpo fazem com que o pênis se torne cada vez mais “escondido”, fazendo com que o homem erroneamente ache que seu órgão genital está diminuindo ainda mais.

Dietas e exercícios físicos para diminuição do peso podem melhorar a exposição do falo, mas, como o problema é de cunho genético, somente procedimentos cirúrgicos podem sanar definitivamente o defeito.

As cirurgias indicadas para correção desse defeito são a dermolipectomia suprapúbica associada ao lifting genital, além de procedimentos para fixação do escroto à base do pênis. Em casos selecionados, pequenas lipoaspirações suprapúbicas podem ajudar. Os resultados são geralmente satisfatórios, havendo uma importante melhora da autoestima masculina.

Esquema da cirurgia para a correção do Pênis Embutido

penis-embutido-01

Fotos de antes e depois do tratamento cirúrgico do pênis embutido:

penis-embutido-02

Sling masculino e feminino

A incontinência urinária é definida como a perda do controle da micção (ato de urinar). O descontrole urinário, ou incontinência, tem muitas causas, e aquelas relacionadas à perda de controle do esfíncter urinário (músculo responsável pela continência) podem ser tratadas com cirurgia. Entre os tratamentos mais comuns estão os slings.

Os slings são telas feitas de material sintético que, quando fixadas junto aos ossos da bacia dos pacientes por sobre a uretra, podem levar à cura da incontinência. É a principal modalidade de tratamento para mulheres com incontinência urinária de esforço (perda urinária advinda dos esforços, tosse, espirro), mas também pode ser utilizada em pacientes do sexo masculino com incontinência menos severa.

O procedimento é realizado amplamente pelo do Dr. Luiz Augusto Westin, médico urologista no Leblon e especializado em urologia reconstrutora no Rio de Janeiro.

Esfíncter urinário artificial

Em homens, a principal causa da incontinência urinária são as sequelas das cirurgias prostáticas. Estas muitas vezes podem ocasionar incontinência urinária severa, obrigando o homem a utilizar fraldas, o que também altera consideravelmente a qualidade de vida do paciente.

O esfíncter urinário artificial é considerado o padrão ouro no tratamento da incontinência urinária masculina.

Ele é constituído por um anel inflável que envolve a uretra conectado a um reservatório localizado abaixo do púbis e a uma pequena “bomba” implantada na região escrotal. O anel uretral fica inflado constantemente permitindo a continência completa. Quando o paciente sente vontade de urinar, ele aciona a bomba localizada no escroto e todo o soro contido no anel é direcionado para o reservatório, permitindo o esvaziamento da bexiga. Após a micção, automaticamente o anel vai sendo inflado novamente.

Quer entender mais sobre o procedimento e os seus benefícios? Entre em contato com o consultório do Dr. Luiz Augusto Westin, médico especializado em urologia reconstrutora no Rio de Janeiro.

Marque uma consulta