Urologia reconstrutora: o que é?

A urologia especializada em reconstrução genital emprega técnicas cirúrgicas de alta complexidade e trata condições como a estenose de uretra e a Doença de Peyronie. Além disso, essa área da urologia especializada também se dedica aos procedimentos voltados à redesignação sexual genital, popularmente chamada de cirurgia de “mudança de sexo”, reconstrução peniana em pacientes amputados, procedimentos estéticos genitais masculinos e femininos, tratamento de fístulas urinárias em homens e mulheres, divertículos de uretra, entre outros.

Como o próprio nome deixa evidente, a urologia reconstrutora consiste no tratamento cirúrgico voltado à reconstrução, correção ou alteração do aparelho sexual, mais especificamente da genitália, e do aparelho urinário.

Diferentemente da urologia geral, que trata as doenças mais comuns que acometem o trato urinário, a urologia reconstrutora é uma área de atuação mais especializada e consiste em uma subespecialidade importante que vem avançando muito nos últimos anos.

Veja os principais tratamentos da urologia reconstrutora:

Redesignação sexual genital – Esta técnica, conhecida popularmente como transgenitalização, consiste em readequar a região genital do paciente, para que este se sinta bem e confortável com seu próprio corpo. É um tipo de procedimento complexo e que exige acompanhamento médico, psicológico e avaliação criteriosa do cirurgião responsável antes, durante e depois da cirurgia. O objetivo do tratamento é transformar uma genitália masculina em uma feminina ou vice-versa, garantindo resultados próximos ao de uma genitália natural.

Estenose de Uretra – A estenose é uma condição caracterizada pelo estreitamento da uretra, reduzindo seu calibre e dificultando a micção. O problema pode levar ao desenvolvimento de infecções urinárias, insuficiência renal, cálculos e dificuldade para esvaziar a bexiga. Além de dor e desconforto, o quadro pode gerar retenção urinária grave.

Neste caso, o médico pode recomendar ao paciente a cirurgia de reconstrução. Apesar de o procedimento ser mais realizado em pacientes do sexo masculino, também existe a cirurgia de reconstrução de uretra feminina.

Doença de Peyronie – É uma curvatura peniana adquirida. Essa curvatura é considerada uma patologia quando o desvio de eixo do pênis é maior do que 20 graus. A condição é mais comum em homens com mais de 40 anos de idade.

Na fase aguda, a maior parte dos pacientes que apresentam esta doença relata dores no momento do ato sexual. Na fase crônica do problema, onde a curvatura já atingiu o seu grau máximo a recomendação é o tratamento cirúrgico, que tem função corretiva.

São usadas duas técnicas diferentes: a corporoplastia com enxerto e a plicatura peniana. Ambas têm o objetivo de corrigir a curvatura do pênis cirurgicamente, mas a primeira técnica é indicada para curvaturas complexas, enquanto a segunda técnica é recomendada para curvaturas mais brandas.

É importante deixar claro que o tipo de tratamento escolhido pelo médico depende diretamente do perfil da curvatura peniana podendo ser indicado até mesmo procedimentos para a recuperação do comprimento perdido devido à doença.

Outro tratamento indicado para a curvatura peniana é o implante de próteses penianas semirrígidas ou infláveis. Neste caso, a cirurgia de implante é indicada para quadros associados à disfunção erétil ou quando houve importante perda do comprimento peniano

Onde encontrar um médico especialista em urologia reconstrutora?

Todos os tratamentos da urologia reconstrutora devem ser feitos por um médico experiente e habilitado nesta subespecialidade. O Dr. Luiz Augusto Westin, urologista na cidade do Rio de Janeiro, é especializado em urologia reconstrutora e tem formação cirúrgica e urológica pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

O profissional também foi fellowship do Serviço de Urologia Reconstrutora do Hospital Universitário Pedro Ernesto (UERJ) e conta com vasta experiência em técnicas cirúrgicas para o tratamento de estenoses de uretra, cirurgia estética genital e cirurgia de redesignação sexual. Faça contato agora mesmo e agende uma consulta no Rio de Janeiro para tirar dúvidas e obter um diagnóstico confiável e preciso!

Doenças penianas causadas por fungos

Assim como qualquer outra região do corpo humano, o órgão genital masculino também pode sofrer com inúmeras doenças, contaminações e problemas de saúde em geral. Entre as patologias que podem afetar essa área, uma em especial gera grande incômodo no público do sexo masculino. Estamos falando das enfermidades penianas causadas por fungos.

Mas o que são essas doenças?

Como bem evidenciado pelo nome do problema, esse tipo de doença é causado por um acúmulo excessivo de microrganismos na genitália dos homens. Normalmente, o fungo presente nessa área é a candida albicans, causadora da candidíase.

É importante entender que esse fungo habita, sem grandes problemas, o organismo humano, seja o feminino ou o masculino, mas quando não há uma higienização correta no pênis ou quando o paciente sofre uma baixa considerável da imunidade, esse microrganismo pode acabar se proliferando e causando um grande incômodo.

Quais os sintomas das doenças penianas causadas por fungos?

Esse problema apresenta uma série de sintomas muito clássicos, entre eles, é possível mencionar a coceira excessiva na genitália e uma vermelhidão diferenciada no órgão masculino. Além disso, os homens também podem sentir inchaço da região, sofrer com descamação no pênis, ardência e até grande sensibilidade na área afetada pela doença.

Lembrando que esses são apenas alguns dos principais sintomas sentidos por quem tem candidíase, mas, além desses, o paciente também pode ser afetado por outros sinais desconfortáveis.

Como evitar as doenças penianas causadas por fungos?

Diferentes cuidados devem ser tomados para que o homem não contraia essa doença, entre eles estão a limpeza correta da genitália masculina e uma dieta adequada e que seja capaz de fortalecer seu sistema imunológico, como frutas, legumes e muita água.

Também é importante mencionar que o uso de preservativo durante as relações sexuais pode contribuir para a não contaminação do paciente, além de evitar uma série de outros problemas, como HIV, herpes genital, gonorreia, entre outras doenças.

Mas se a candidíase for contraída, como tratar?

Caso o paciente sofra com esse problema, o mais indicado é procurar um especialista o mais rápido possível para realizar os procedimentos que visam tratar essa doença. Um dos médicos que têm experiência e renome nessa área é o Dr. Luiz Augusto Westin, que trabalha com urologia, trazendo mais saúde e bem-estar para os pacientes.

Ao todo, já são quase 10 anos atuando especificamente com essa especialização. Ao decorrer desse tempo, o médico buscou se aprofundar nessa área e tornar-se referência em seu segmento de atuação.

Além de tratar quem sofre com os fungos no órgão sexual, o profissional ainda oferta outros tratamentos e procedimentos especializados, como soluções para incontinência urinária, cirurgia de redesignação sexual e muito mais.

Os interessados no atendimento com esse especialista podem acessar o site oficial da clínica e fazer um agendamento. Cada paciente é analisado de forma humana, personalizada e exclusiva.

É através da consulta que o médico poderá indicar o tratamento mais recomendado para cada caso clínico, além de também entender qual a necessidade do paciente.

Como é feito o tratamento das doenças penianas causadas por fungos?

O tratamento é feito, basicamente, com remédios antifúngicos. Esses fármacos podem ser ingeridos por via oral, e sua principal função é combater a contaminação presente no pênis.

Caso seja necessário, o médico pode indicar também outras soluções para o paciente. O importante é realizar regularmente um exame de checagem, não deixar de tomar cuidado com possíveis contaminações e, caso sinta que algo está diferente, procurar o especialista imediatamente.

É importante lembrar que o Dr. Luiz Augusto Westin, urologista no Rio de Janeiro, atende seus pacientes em dois endereços: um no Centro e outro no Leblon. Entre em contato e agende uma consulta!

Mulheres se consultam com urologista?

A urologia é muito associada ao sexo masculino, e o motivo para isso é claro. O urologista possui como área de estudo dois pontos específicos: o primeiro e mais popular é o aparelho genital masculino, e o segundo é o cuidado com o aparelho urinário, tanto de homens quanto de mulheres.

Neste artigo, você vai compreender melhor os motivos pelos quais mulheres também devem ser atendidas por urologistas, a importância de uma mulher ir também ao urologista e quais são as questões médicas que podem levar uma mulher a um urologista. Leia mais!

O que faz um urologista

Quando se fala em urologista, o primeiro pensamento de muitos é um médico especializado no aparelho reprodutor masculino, capacitado para tratar problemas na próstata ou no pênis, por exemplo.

Porém, diferente do que se costuma imaginar, a urologia não é uma especialidade exclusivamente masculina: ela também trata de problemas e doenças do aparelho urinário de mulheres e homens. Esse tratamento, muitas vezes, se relaciona diretamente com a ginecologia, que é o estudo fisiológico do aparelho genital feminino. Há, inclusive, algumas doenças no aparelho genital e urinário feminino que podem ser diagnosticadas e tratadas pelo ginecologista.

Existe também uma subespécie comum a ambas que é a uroginecologia, ou seja, a zona de fronteira entre a ginecologia e urologia.

Porém, como dissemos acima, no caso do problema da mulher ser unicamente urológico, o diagnóstico e o tratamento podem ser feitos diretamente por um urologista, que é capaz não apenas de diagnosticar, mas também de prosseguir no tratamento desse tipo de problema.

Quais são os problemas mais tratados por um urologista?

Um dos casos mais comuns tratados por urologistas, independente do sexo do indivíduo, é a incontinência urinária. No entanto, alguns uroginecologistas se dedicam ao tratamento específico da incontinência urinária em mulheres.

Além da incontinência urinária, temos também diversos outros problemas tratados por urologistas, como o câncer na bexiga, tumores nos rins, além de diversos problemas com a musculatura da região. Além disso, infecções urinárias também são comumente tratadas por um urologista.

Para o caso exclusivo de homens, o urologista também se especializa no diagnóstico e tratamento de disfunção erétil, câncer de próstata , hiperplasia benigna da próstata, e outras patologias tanto do aparelho urinário quanto do aparelho reprodutor masculino.

Os tumores são, inclusive, a patologia mais grave tratada por um urologista. Os tumores mais comuns são os de próstata e os de rim, mas costumam ser menos agressivos e mais facilmente tratados. Já o tumor de bexiga é um dos menos comuns, porém, quando ocorre, é normalmente um dos mais agressivos para o paciente.

Com que frequência é necessário ir ao urologista?

A frequência de visita a um urologista é normalmente definida pela idade. Antes dos 50 anos, é recomendado uma frequência média de revisão de ao menos uma vez a cada dois ou três anos, mesmo sem apresentar qualquer tipo de problema aparente.

A partir dos 50 anos, as consultas com um urologista devem se tornar anuais, para evitar qualquer tipo de desenvolvimento de patologia ou tumor na área, além de necessariamente se fazer todo tipo de exame preventivo para garantir a saúde do aparelho urinário – isso serve para ambos os sexos.

Porém, caso o paciente sinta qualquer problema no trato urinário como dor, sangramento, dificuldade para urinar, entre outros, é importante ir se consultar o mais rápido possível, independentemente da idade.

Homens negros têm o pênis maior que os brancos. Será?

Não há dúvidas de que assuntos relacionados ao tamanho do pênis ou ao aspecto da genitália inspiram a curiosidade da sociedade como um todo. Apesar de a região genital ser um local cada vez mais exposto devido ao fácil acesso às mídias digitais, há ainda muitos mitos e verdades a serem desvendados.

Um destes mitos é em relação à comparação entre o tamanho do pênis do homem negro e do homem branco. Nas redes sociais mais populares, circulam inúmeras fotomontagens de homens negros com seus respectivos falos expostos, com tamanhos irreais, contrastando com vídeos de homens brancos “disputando” em concurso de menor pênis do mundo. Tais fotos e vídeos partem da crença popular de que o pênis do homem negro é maior que o dos brancos. Mas, será isto mesmo verdade?

Em novembro de 2017, o pesquisador Rogério Alves Barboza, sob a orientação do Dr. Eloísio Alexsandro da Silva, ambos da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, publicou um artigo na revista International Journal of Impotence Research, com o título “Estudo Antropométrico do comprimento peniano de Brasileiros autodeclarados com a cor da pele branca ou negra. O estudo de um Mito”.

O objetivo deste estudo foi analisar o comprimento do pênis do brasileiro e comparar o tamanho do pênis dos homens autodeclarados como tendo a cor da pele branca ou negra.

Como sabemos, o comprimento médio do pênis do Brasileiro é de 14,5cm, porém, neste estudo específico, o comprimento médio do pênis do homem autodeclarado negro foi de 16,5 ± 1,7 cm enquanto o do homem autodeclarado branco foi de 15,8 ± 1,6 cm (ambos os grupos apresentando um tamanho de pênis acima da média).

O estudo concluiu que o pênis de homens autodeclarados negros é apenas um pouco maior do que aqueles que se identificam como brancos, porém ambos os grupos estavam satisfeitos com a aparência de suas respectivas genitálias. Através deste curioso estudo, um mito foi desvendado e hoje podemos sim afirmar:

Homens negros têm sim o pênis maior que o de homens brancos.

Em seu consultório no Leblon, o Dr Luiz Augusto Westin atua no atendimento de pacientes privados, realiza consultas em Urologia Geral e Reconstrutora e, quando necessário, realiza cirurgias em hospitais da cidade, como a Casa de Saúde São José, Pró-Cardíaco, Samaritano e Copa D’or. É um dos principais médicos especializados em urologia reconstrutora no Rio de Janeiro.

Cirurgia estética genital

A cirurgia estética genital são procedimentos que tem sido muito procurado pelos homens, e isso mostra que a preocupação com a aparência atingiu até as partes do corpo que não ficam à mostra. Entretanto, os pacientes devem ficar atentos às diversas propagandas enganosas que aparecem frequentemente na internet. A maioria delas promete coisas inviáveis, como um aumento quase milagroso do pênis.

O mais importante, quando falamos em qualquer procedimento de cunho estético, é recomendar que se procure por um especialista confiável, que realmente saiba de quais tratamentos o paciente pode se beneficiar. Assim, ele poderá indicar métodos que garantirão um aspecto mais agradável ao órgão sexual.

A seguir, listamos as principais indicações para a cirurgia estética genital.

Pápulas peroláceas penianas

As pápulas peroláceas penianas, ou apenas glândulas de Tyson, são pequenas glândulas que se localizam geralmente na coroa da glande (cabeça do pênis) e têm o mesmo tom da pele. Consideradas pelos leigos erroneamente como doença sexualmente transmissível, as pápulas ficam dispostas de maneira circunferencial em uma ou mais linhas.

A incidência de homens com peroláceas varia de 4% a 8%, e a maior frequência é em homens não circuncidados. Segundo pesquisas, homens negros teriam maior propensão a ter do que homens brancos. Vale ressaltar que as peroláceas costumam acontecer entre a segunda e a terceira década de vida, e tendem a diminuir ao longo dos anos. Geralmente, as pápulas peroláceas penianas são de fácil diagnóstico por urologistas experientes, mas quando houver qualquer dúvida, uma exame de peniscopia pode ser realizados.

Para que essas protuberâncias não interfiram na autoestima e na vida sexual do paciente, ele pode se submeter a um procedimento estético genital, realizado através de aplicações de laser. O procedimento é ágil e feito com uso de anestésicos locais e cauterização a laser.

Angioqueratomas escrotais

Os angioqueratomas escrotais são tumores vasculares benignos que acometem o escroto e manifestam-se através de pontos elevados e de cor escura. Pode surgir apenas um ou vários de uma vez.

Algumas possíveis causas são o aumento da pressão venosa e varicocele. O escroto é o local mais acometido pela doença, que também pode afetar o pênis. A doença apresenta lesões elevadas, e é comum o paciente só perceber a presença do angioqueratoma diante de um sangramento, que pode acontecer devido a pequenos traumas, como, por exemplo, ao se secar com a toalha após o banho.

Assim como as pápulas peroláceas, os angioqueratomas são tratados com aplicações de laser, e o tratamento é tão rápido quanto o anterior.

Postectomia estética

A postectomia ou circuncisão é um dos procedimentos cirúrgicos mais realizados na urologia. É indicada para doenças como fimose, balanopostite de repetição e até por questões religiosas, mas, atualmente, vem ocorrendo uma maior procura da postectomia por questões estéticas, devido à maior exposição da genitália nas relações sexuais. Para homens avessos à cicatriz circunferencial causada pelo procedimento, que geralmente se localiza imediatamente abaixo da glande, atualmente a postectomia pode ser realizada por uma incisão localizada na base do pênis, tornando a cicatriz totalmente imperceptível. Tal procedimento, denominado circuncisão estética, deve ser realizado somente por urologistas com experiência em reconstrução genital.

Técnica de dartos flap para engrossamento peniano

A demanda por engrossamento peniano é uma realidade nos dias atuais, e diversas técnicas podem ser utilizadas. Uma delas é chamada de dartos flap. O dartos é uma camada de musculatura lisa que fica localizada abaixo da pele do pênis e do escroto. Durante a postectomia, esta camada geralmente é removida juntamente com a pele do pênis.

Nesta técnica para o engrossamento peniano, o dartos é preservado e dobrado sobre si, fazendo com que a haste peniana fique com uma dupla camada desse tecido, ocasionando um engrossamento real do pênis. Em mãos experientes, a cirurgia torna-se relativamente simples, mas deve ser realizada apenas em ambiente hospitalar. A alta é dada no mesmo dia da internação.

Prótese peniana

A prótese peniana é recomendada para pacientes com disfunção erétil grave refratária ao tratamento clínico e também para pacientes com curvatura peniana adquirida (Doença de Peyronie) associado a disfunção erétil. Existem vários tipos de próteses, como, por exemplo, as próteses semirrígidas e as infláveis e, a indicação de uma ou outra, depende muito da vontade do paciente.
A cirurgia de implante das próteses penianas pode ser associadas a um procedimento para o aumento real da haste peniana, denominado técnica de Sliding. Tal técnica pode aumentar o tamanho do pênis em até 3,5 cm.

Prótese de testículo

O implante da prótese peniana é um dos procedimentos urológicos mais comentados e que mais gera curiosidade nos homens, mas muitos ignoram que existe também a cirurgia para implantação da prótese testicular, cujo objetivo é recuperar a estética genital de pacientes que tiveram uma atrofia ou perda de um ou ambos os testículos. A atrofia ou perda dos testículos pode ser causada por problemas específicos, como a criptorquia, a torção testicular, câncer de testículo e o traumatismo genital.
Além destas indicações, atualmente vem aumentando muito a procura de homens com testículos de tamanho normal mas que desejam um aumento do volume do escroto, o que também pode ser resolvido com o implante de próteses específicas.

As próteses testiculares são feitas em silicone cirúrgico, material completamente seguro para o paciente, e que proporciona aparência e consistência bem próximas às do testículo original, portanto, as diferenças dificilmente são percebidas. Além de trazer benefícios estéticos, as vantagens psicológicas para o paciente são inúmeras. O implante é realizado de forma bem simples, e são necessárias menos de 24 horas de internação. Além disso, o retorno às atividades do dia a dia é bem rápido.

Rejuvenescimento genital

Muitas pessoas buscam os procedimentos visando a melhora da autoestima, a saúde e ao conforto. Algumas doenças genitais, como a hidrocele (acúmulo de líquido nos testículos), a varicocele (dilatação das veias testiculares) ou mesmo o próprio envelhecimento natural da pele do escroto, que leva a uma flacidez e queda da pele devido à ação da gravidade, podem ocasionar um aumento anormal do tamanho do escroto. Um escroto muito grande e flácido, além do desconforto que causa, poderia dar a impressão de um pênis muito pequeno.

A escrotoplastia redutora (redução cirúrgica do escroto) é um procedimento desenvolvido para rejuvenescer a genitália masculina e também para aumentar a proporção pênis/escroto, dando a impressão nítida de um pênis mais longo. Esse procedimento é relativamente simples, mas não dispensa a necessidade de um período mínimo de 12h de internação hospitalar. O retorno às atividades profissionais varia de 10 a 20 dias, a depender da evolução pós-operatória e da profissão do paciente.

Vida sexual após a cirurgia estética genital

Não há registros clínicos de que as cirurgias de estética genital tenham o poder de melhorar a vida sexual do paciente. O que acontece é que, com a melhora da autoestima e da confiança após o procedimento estético, o paciente se sente mais seguro com seu corpo e consegue ter um desempenho sexual melhor do que antes.

Para a realização de qualquer um desses procedimentos, um especialista em urologia reconstrutora deverá ser consultado. Vale ressaltar que inúmeros outros procedimentos contribuem para a estética genital masculina.