Dr. Luiz Augusto Westin no AUA 2019

O médico urologista Dr. Luiz Augusto Westin é especialista em urologia reconstrutora no Rio de Janeiro. O profissional está constantemente investindo em atualização, inovações tecnológicas e aprofundamento do seu conhecimento, a fim de oferecer aos pacientes o melhor atendimento possível, com os procedimentos e técnicas mais modernos e inovadores dentro da área da urologia reconstrutora e da urologia geral.

Entre os dias 3 e 6 de maio de 2019, o médico brasileiro esteve em Chicago, nos Estados Unidos, participando do AUA 2019, o Encontro Anual da American Urological Association, que reúne urologistas de diversos países do mundo. O evento é um dos mais importantes do segmento e se destaca como uma fonte de inovação, troca de conhecimentos e disseminação de conteúdo de qualidade, baseados em evidências científicas.

O encontro norte-americano de urologistas já acontece há mais de 114 anos e é considerado o maior evento do tipo no mundo. A edição de 2019 foi uma referência no que diz respeito ao acesso a pesquisas inovadoras, novas diretrizes e recentes avanços da medicina urológica.

Trata-se de um evento que impacta positivamente as práticas dos médicos urologistas e que agrega conhecimentos e atualizações essenciais para o desenvolvimento de uma medicina humanizada, eficaz e inovadora. Saiba como foi o encontro em 2019 e a importância desse tipo de evento para o currículo e a trajetória médica do Dr. Luiz Augusto Westin!

O que foi apresentado durante o AUA 2019?

O AUA 2019 apresentou aos médicos as principais tendências tecnológicas e descobertas científicas na área da urologia, por meio de palestras, plenárias, vídeos de cirurgias e discussões. O evento reuniu médicos, pesquisadores, residentes, professores, estudantes de medicina e outros profissionais da área da saúde.

O encontro anual apresentou diversas inovações relevantes para a urologia, principalmente no que diz respeito a técnicas de cirurgia minimamente invasivas, diagnóstico molecular para o câncer de próstata, tratamentos para disfunção erétil, relação entre diabetes e doenças urológicas, novas terapias para disfunção erétil e doença de Peyronie, reversão de vasectomia, tratamentos para deformidade e encurtamento peniano, entre outras áreas da urologia reconstrutora que vêm evoluindo de maneira fantástica nos últimos anos.

Ao participar do AUA 2019, o Dr. Luiz Augusto Westin atestou, mais uma vez, seu compromisso de garantir aos seus pacientes as principais inovações mundiais em tratamentos e procedimentos urológicos. O médico brasileiro também recebeu o certificado de participação emitido pela American Urological Association, uma das entidades mais renomadas do mundo no segmento.

Conheça o trabalho realizado pelo Dr. Luiz Augusto Westin!

O Dr. Luiz Augusto Westin atende no Rio de Janeiro, com consultório localizado no Leblon. O profissional possui formação cirúrgica e urológica pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, além de título de especialista em Urologia pela Associação Médica Brasileira e Sociedade Brasileira de Urologia, com a obtenção de conceito excelente.

O médico também foi Fellowship do Serviço de Urologia Reconstrutora do Hospital Universitário Pedro Ernesto (UERJ), onde aperfeiçoou suas técnicas e aprimorou seus conhecimentos em estenoses de uretra, cirurgias de redesignação sexual e cirurgia estética genital.

O urologista Dr. Luiz Augusto Westin preocupa-se em constantemente aprimorar seus conhecimentos e trocar experiências com seus colegas da área, a fim de prestar os mais atualizados serviços em urologia reconstrutora em seus consultórios no Rio de Janeiro. O profissional já participou de inúmeros congressos científicos e atua como Preceptor no Ambulatório de Urologia Reconstrutora do HUPE/UERJ, dedicando-se a estudos aprofundados sobre reconstrução urogenital.

Para agendar uma consulta com o Dr. Luiz Augusto Westin para Urologia Geral e Reconstrutora, basta fazer contato por telefone ou pelo site. O médico também realiza procedimentos cirúrgicos nos principais hospitais do Rio de Janeiro, como, por exemplo, no Hospital Samaritano e no Copa D’or. Também tem a disponibilidade para viajar e atuar nas diversas cidades brasileiras, juntamente com sua equipe. Agende um atendimento!

Qual a diferença entre nefrologista e urologista?

O nefrologista e o urologista são médicos especializados em tratar doenças ligadas aos rins. Ao sentir algum problema renal, você sabe qual dos profissionais deve procurar para fazer uma consulta?

Se você não sabe, os dois médicos realizam funções diferentes, e cada um tem as suas especialidades. Neste texto, é possível saber quais as características de cada um deles, e em quais momentos cada um deles deve ser consultado.

As diferenças entre urologista e nefrologista

O nefrologista é um especialista que fez residência em clínica médica e se especializou em nefrologia. Ele atende casos em que não há indicação cirúrgica para resolver doenças renais, mas necessitam de um acompanhamento mais aprofundado, bem como tratamento clínico com remédios específicos.

Por sua vez, o urologista é um médico que, após a residência, se especializou em urologia. Na prática, ele exerce a função de cirurgião urológico. Ou seja, doenças que atacam a região dos rins e bexiga tanto de homens quanto de mulheres, próstata, pênis e testículos e que necessitem de um procedimento cirúrgico devem ser atendidas por este médico.

Em que momento se consultar com um nefrologista?

É o nefrologista o médico responsável por tratar doenças específicas dos rins. Uma delas é a insuficiência renal, que pode ser causada por hipertensão arterial, diabetes, doenças císticas e outros problemas comprometedores dos rins.

Quem tem cálculo renal frequente, sem indicação de cirurgia, também pode se consultar com o nefrologista, bem como pessoas que estão com infecções urinárias de repetição.

Podem se consultar com um nefrologista pessoas que apresentem sintomas como edemas e inchaços, mudanças no volume da urina, espuma avermelhada na urina, cálculo renal ou infecções urinárias recorrentes e aumento nas taxas de creatinina, que é uma substância que mede a função renal no sangue.

Também é função do nefrologista acompanhar clinicamente os pacientes que necessitarem de transplante dos rins, ou que precisam ter um tratamento para câncer nos rins (não necessariamente um tratamento cirúrgico).

Quando o urologista pode ser procurado?

Normalmente o urologista costuma ser associado ao médico que cuida exclusivamente da saúde genital dos homens, em uma comparação com o ginecologista para as mulheres.

Porém, o urologista costuma ser especialista em todos os órgãos da região urinária. São inclusos os rins, ureteres, bexiga, uretra, próstata e órgão genital masculino.

É recomendável que os homens visitem o urologista pelo menos uma vez por ano, assim como é feita a consulta anual das mulheres com um ginecologista. E isso deve ser feito independente da faixa etária dos homens, a fim de prevenir problemas urológicos.

As grandes preocupações dos homens entre 15 e 35 anos estão relacionadas às doenças sexualmente transmissíveis e ao câncer nos testículos. Após os 40 anos, a atenção se volta para a prevenção do câncer de próstata e tratamentos contra disfunção erétil .

Além de atuar na prevenção e tratamento de doenças cirúrgicas, o urologista especializado em cirurgia reconstrutora genital, cada vez mais atende homens e mulheres com queixas de estética genital, tais como o pênis pequeno, pênis embutido, excesso de escroto, excesso de prepúcio, excesso de grandes e pequenos lábios, entre outros.

Mulheres também podem se consultar com um urologista

Se for necessário, as mulheres também podem se consultar com um urologista quando elas apresentarem problemas urológicos, como por exemplo, infecção ou incontinência urinária. Também existem os casos em que as pacientes precisam de um acompanhamento mais preciso, para verificar possíveis riscos de desenvolver câncer na bexiga.

Normalmente as mulheres se consultam com ginecologistas quando surgem sintomas destas doenças, mas, na verdade, é o urologista o especialista indicado para cuidar dos referidos problemas.

Urologistas e nefrologistas podem trabalhar juntos

É normal que o nefrologista e o urologista trabalhem em conjunto, a fim de garantir que os pacientes tenham um atendimento mais especializado.

É comum também que um profissional indique o outro quando houver necessidade. O urologista atende mais os casos em que necessitem de intervenção cirúrgica, enquanto o nefrologista atua mais quando o tratamento pode ser à base de medicamentos. Com isso, o paciente poderá ser melhor atendido, e assim terá como tratar melhor os seus problemas.

O que é Herpes Genital?

Herpes é uma doença sexualmente transmissível – DST – causada pelo vírus Herpes simplex do tipo 2, que ataca a pele ou as membranas mucosas dos órgãos genitais.

O Herpes Genital é geralmente transmitido quando há lesões visíveis na região da genitália. Porém, mesmo quando não existem úlceras ou bolhas visíveis, pode haver vírus nas secreções genitais, o que favorece o contágio.

Esse vírus tem o período de incubação (o tempo decorrido entre a exposição e a manifestação dos primeiros sintomas da doença) de 1 a 26 dias. Mas, é indeterminado, se levarmos em consideração a existência de portadores da doença em estado de latência, ou seja, sem manifestações.

Causadores do herpes genital

  • Vírus do herpes simples Tipo 1 (HSV-1).
  • Vírus do herpes simples Tipo 2 (HSV-2).

A transmissão de herpes genital pelos dois vírus ocorre, principalmente, via contato sexual desprotegido.

Tipos de herpes

O herpes se apresenta em duas formas, sendo a primeira labial e a segunda genital. Enquanto o herpes genital é uma infecção causada pelo vírus herpes simplex tipo 2, que é transmitido através de relações sexuais, o tipo 1 também pode causar herpes genital, mas ele está habitualmente associado ao herpes labial.

Herpes simplex tipo 1

Costuma causar lesão apenas na boca, mas pode ser transmitido para os órgãos genitais em caso de sexo oral. Uma vez contaminados, os pacientes com herpes genital tipo 1 transmitem a doença do mesmo modo que os pacientes contaminados pelo tipo 2.

A diferença é que as crises do tipo 1 costumam ser mais leves e menos frequentes, e o contágio fora das crises é menos comum.

Herpes simplex tipo 2

É transmitido por via sexual, sendo altamente contagioso enquanto o paciente apresenta lesões. O grande problema do herpes genital tipo 2 é que a transmissão pode ocorrer mesmo nas fases em que o paciente não apresenta sintomas ou manifestações do herpes.

Portanto, mesmo fora das crises, o paciente continua eliminando o vírus de forma intermitente, podendo transmitir o herpes genital para o seu parceiro ou parceira.

A maior parte das transmissões do herpes genital ocorre na fase assintomática, sem manifestações, já que durante as crises o paciente costuma evitar ter relações sexuais. Pacientes HIV positivo que também tenham herpes genital é o grupo que mais apresenta transmissão durante a fase assintomática.

O vírus herpes simplex tipo 2 sobrevive por muito pouco tempo no ambiente, sendo incomum a transmissão através de roupas ou toalhas. Não há transmissão de herpes genital por compartilhar piscinas ou banheiros.

Sintomas do Herpes Genital

Na maioria da vezes, a pessoa não sabe que foi infectada com o vírus do herpes genital, porque é comum que a doença não manifesta sinais ou sintomas. Inclusive, a maioria das pessoas que se infecta com o vírus herpes simplex tipo 2 não desenvolve a doença, permanecendo assintomática e sem ter conhecimento do contágio.

Contudo, há sintomas característicos da doença que podem aparecer:

  • Cascas que se formam quando as úlceras cicatrizam.
  • Dores e irritação que surgem de dois a dez dias após o contágio.
  • Manchas vermelhas e pequenas bolhas brancas que costumam surgir dias após a infecção.
  • Úlceras na região dos genitais, que podem chegar a sangrar e causar dor ao urinar.
  • Pequenos agrupamentos de bolhas e feridas.
  • Coceira e desconforto.
  • Ardor ao urinar caso as bolhas estejam perto da uretra.
  • Ardor e dor ao defecar, caso as bolhas estejam próximas do ânus.
  • Ínguas na virilha.

As feridas características do herpes genital podem surgir imediatamente após o vírus entrar no organismo. É possível espalhar a ferida tocando-a e, depois, passando as mãos por outras partes do corpo.

Esta doença pode causar feridas no pênis, saco escrotal, coxas e na uretra, bem como na vagina, vulva e colo do útero. Elas também podem aparecer nas nádegas, boca e no ânus.

Uma vez que uma pessoa é infectada, o vírus se esconde nas células nervosas e permanece no corpo. Portanto, a infecção pode se reativar ou piorar em qualquer momento. E mesmo sendo mais recorrentes em homens, normalmente são mais moderadas e duram menos que nas mulheres.

E quando o herpes genital é recorrente?

Após a infecção primária, as lesões do herpes genital desaparecem, permanecendo silenciosas, porém, na maioria dos pacientes, a infecção ressurge de tempos em tempos, sendo assim, reativada.

Os fatores que desencadeiam esta reativação variam de pessoa para pessoa. Entre eles estão o esgotamento físico, outros processos infecciosos, menstruação, ingestão excessiva de álcool, exposição solar intensa, condições que possam deixar o sistema imunológico debilitado.

A fricção ou traumatismos repetidos no local da lesão como, por exemplo, durante a relação sexual, também podem levar ao surgimento de reativações em algumas pessoas.

As lesões recorrentes tendem a ser menos dolorosas, uma vez que não é comum aparecerem outros sintomas como mal estar e febre. Com o passar dos anos, as recorrências vão ficando mais fracas e menos frequentes.

Em algumas mulheres, o período menstrual pode ser o gatilho. Mas, existem casos de recorrências em que não é possível identificar nenhum fator desencadeante.

Alguns dias antes de as lesões recorrerem, o paciente pode sentir alguns sintomas de aviso, como:

  • Coceira nos grandes lábios.
  • Dormência no pênis.
  • Formigamento na região genital.

Em outros casos, o paciente pode não desenvolver sintomas de infecção primária logo após a contaminação, vindo a apresentar as úlceras apenas anos depois, após algum evento que reduza a sua imunidade.

Qual profissional devo procurar para saber se tenho Herpes Genital?

O urologista ou o ginecologista. As lesões do herpes genital são típicas e são facilmente reconhecidas por um especialista. Se houver necessidade de confirmação laboratorial ou se a lesão não demonstrar tipicidade, o médico pode colher amostras das úlceras para identificar o vírus.

Nas fases assintomáticas, é possível investigar a infecção pelo herpes através das sorologias, que podem identificar tanto o vírus herpes simplex tipo 1 quanto o tipo 2.

As sorologias também são importantes para identificar parceiros(as) de pacientes infectados. Os exames conseguem identificar o vírus, mas não fornecem informação sobre quando o paciente foi infectado. Geralmente, o exame físico basta para o diagnóstico

  • Exame de sangue: os resultados deste exame mostraram se há presença ou não de anticorpos contra os vírus do herpes genital, indicando se houve infecção no passado.

Existe cura para o Herpes Genital?

Ainda não há cura. Porém, o tratamento pode ajudar a evitar a recorrência da doença e impedir que ela cause complicações mais graves e que se espalhe pelo corpo. O acompanhamento médico também pode auxiliar para amenizar os sintomas e para diminuir as chances de transmissão.

O tratamento é feito basicamente por meio de medicamentos antivirais, que aliviam a dor e também o desconforto, causados durante uma crise, curando as lesões com maior rapidez, impedindo complicações e reduzindo o risco de transmissão para outros.

Para crises recorrentes, o paciente deve começar a tomar o medicamento assim que o formigamento, a queimação ou a coceira começar, ou assim que iniciar o aparecimento de bolhas.

O que acontece se não tratar o herpes genital?

Quando o herpes genital não é tratada, ela pode acarretar problemas mais graves, como:

  • Outras DST’s
  • Infecção de recém-nascidos: por meio do contato do bebê com o vírus durante o trabalho de parto. O contágio de bebês recém-nascidos por herpes pode resultar em danos cerebrais, cegueira e pode levá-los até mesmo à morte em casos mais severos.
  • Problemas de bexiga: resultantes da presença de feridas na região da uretra, obstruindo-a e impedindo a saída da urina. Nesses casos, é necessário o uso de um cateter para fazer a drenagem da bexiga.
  • Meningite: está entre as possíveis complicações do herpes genital, causada pela inflamação das membranas e do líquido cefalorraquidiano presente no sistema nervoso
  • Retite: uma inflamação do reto, provocada muitas vezes por sexo anal.

Como prevenir o Herpes Genital

Apesar de ser transmissível, há como se prevenir do herpes genital. E a melhor forma é fazendo o uso de preservativos durante o ato sexual.

O uso de camisinha reduz a chance de transmissão, mas não a elimina completamente, uma vez que as lesões do herpes podem surgir em áreas da região genital que não ficam cobertas pelo preservativo. Por exemplo, uma lesão de herpes na bolsa escrotal continua exposta mesmo com o uso apropriado da camisinha.

Importante frisar que se o parceiro ou parceira estiver infectado com herpes, é melhor evitar qualquer tipo de contato sexual até que a doença esteja sob controle.

Além dos medicamentos antivirais, há algumas medidas que podem ser tomadas para aliviar os sintomas de um surto de herpes genital, como:

  • Sabão e banhos de espuma devem ser evitados.
  • Área genital limpa e seca.
  • Evitar roupa interior apertada.
  • Cremes e pomadas geralmente não são recomendados.
  • Dor muito incômoda: analgésicos ou anti-inflamatórios podem ser usados.

Vale ressaltar que o vírus não sobrevive muito tempo fora do corpo humano, por isso a transmissão ocorre apenas pelo contato entre pessoas, não sendo possível se contaminar em banheiros, com toalhas e outros objetos.

Em seu consultório no Leblon, o Dr Luiz Augusto, atua no atendimento de pacientes privados, realiza consultas em Urologia Geral e Reconstrutora e realiza cirurgias em hospitais da cidade, como a Casa de Saúde São José, Pró-Cardíaco, Samaritano e Copa D’or. É um dos principais médicos especializados em urologia reconstrutora no Rio de Janeiro.

Perguntas e respostas sobre a saúde do homem

Muitos estudos mostram que os homens vão menos ao médico que as mulheres, e que realizam com menos frequência exames preventivos. Isso acaba acarretando uma série de doenças que são descobertas tardiamente, e que poderiam ter sido tratadas antes e, por preconceito ou descuido, não foram.

Alguns homens têm vergonha de cuidar da saúde, de dividir sua vida com o médico e isso faz parte de uma série de preconceitos que são cultivados há muitos anos, mas precisa mudar. A saúde é muito mais importante do que o orgulho e deve ser tratada como prioridade na vida do homem. Separamos algumas perguntas e respostas sobre a saúde do homem para esclarecer dúvidas e tentar derrubar um pouco mais desse preconceito.

Câncer de próstata

Muitas dúvidas envolvem esse exame simples e que deve ser feito pelo homem a partir de determinada idade. Saiba mais:

A partir de que idade o exame de próstata deve ser feito?

É recomendado que o exame de próstata seja realizado anualmente a partir dos 45 anos caso o homem tenha histórico familiar de câncer de próstata. Se o histórico familiar não indicar câncer de próstata, é recomendado que o homem faça o preventivo anualmente a partir dos 50 anos.

Que hábitos previnem o câncer de próstata?

Diminuir a ingestão de álcool, não fumar, ter uma alimentação mais saudável e rica em legumes, frutas e verduras. Deixar o sedentarismo de lado e adotar a prática de exercícios físicos.

Curvatura peniana

Reclamações sobre a curvatura peniana é muito frequente nos consultórios, mas é importante saber em quais casos há tratamento e procedimentos a serem feitos.

O que é a curvatura peniana congênita?

A curvatura congênita como o nome diz, é um desvio congênito do eixo peniano. Nem todos os casos precisam de intervenção cirúrgica e a maioria dos homens não procura um médico quando o ângulo de curvatura é menor que 30º, pois não interfere no ato sexual. Mas, caso este desvio cause dificuldade na penetração ou desconforto estético/constrangimento, o ato cirúrgico pode ser realizado.

A doença de Peyronie tem tratamento?

Os tratamentos para a doença de Peyronie são diversos, incluindo medicação oral, aplicação de fontes de energia na placa, uso de extensores penianos e procedimentos cirúrgicos em casos selecionados.

Para aqueles que sofrem com a curvatura excessiva e que prejudica a performance sexual, é indicado o tratamento cirúrgico. E as opções são: corporoplastias com enxerto, plicaturas penianas e implante de próteses penianas semirrígidas ou infláveis. Estas últimas podem ser implantadas utilizando-se de técnicas para o aumento real da haste peniana

Doenças sexualmente transmissíveis

As doenças sexualmente transmissíveis em homens costumam causar incômodo, ardor, coceira, verrugas e secreção. É importante ficar atento a esses sinais e buscar um especialista para se orientar em caso de suspeita.

A camisinha protege contra todas?

A camisinha oferece proteção a quase todos os tipos de DST’s, porém, algumas podem ocasionar o aparecimento de lesões externas à genitália, área não protegida pela camisinha, como é o caso do HPV.

Quais as DST’s mais comuns em homens?

As DST’s mais comuns em homens são: gonorreia, sífilis, clamídia, herpes genital e o HPV.

É recomendável que os homens com vida sexual ativa consultem o urologista pelo menos uma vez ao ano para realizar um check-up e se prevenir contra doenças.

Consulte-se com um urologista

Cada paciente deve ser analisado individualmente, pois os casos variam de pessoa para pessoa e o tratamento ideal depende de um diagnóstico correto. Portanto, mantenha em dia as visitas ao urologista e não tenha vergonha de recorrer ao profissional em casos de desconforto, feridas e incômodos.