Doença de Peyronie

A curvatura peniana adquirida, mais conhecida como Doença de Peyronie, é uma doença que acomete 1 em cada 10 homens. Inicia-se normalmente após a quarta década de vida e tem como causa microtraumas no pênis ao longo da vida sexual do homem. Estes traumas provocam lesões penianas, e a forma de cicatrização para reparar a lesão causa o encurtamento de determinada área do pênis.

O que o paciente com Doença de Peyronie sente?

Primeiramente, o paciente sente dor às ereções e, com a evolução da doença, passa a ocorrer a curvatura peniana, que é mais evidente com o pênis em ereção máxima. Dependendo do local em que ocorre a lesão que levou ao processo de curvatura, o paciente pode sentir uma placa endurecida no pênis, que nada mais é que o depósito de cálcio sobre a área cicatrizada.

Além disso, pode haver também deformidades penianas severas, como o pênis em ampulheta: deformidade onde determinada área da haste peniana sofre um afilamento concêntrico dando o aspecto de ampulheta ao pênis.

Homens que são acometidos por esta enfermidade podem apresentar graus de curvatura tão acentuados a ponto de impedir a penetração durante o coito, além de serem mais suscetíveis a disfunção erétil e encurtamento peniano em graus variados.

Doença de Peyronie e a disfunção erétil

Quando a cirurgia para o tratamento da Doença de Peyronie é indicada, é muito importante a avaliação da disfunção erétil do paciente. É feita uma análise clínica, laboratorial e, em casos duvidosos, realizamos um teste de ereção fármaco induzido (TEFI), associado a uma ultrassonografia com doppler colorido para examinar se as estruturas que levam a ereção estão sadias.

Em casos onde a curvatura é associada à disfunção erétil grave ou quando a doença causou uma deformidade peniana circunferencial (deformidade peniana em ampulheta), as próteses penianas semirrígidas ou infláveis, tornam-se a principal indicação.

Tratamentos para a Doença de Peyronie

É importante ressaltar que, independente da fase em que se encontra, a doença tem tratamento. Nas fases mais iniciais, este tratamento tende a ser clínico, com o uso oral de medicações anti-inflamatórias e antioxidantes e utilização de extensores penianos. Nas fases mais tardias, o tratamento tende a ser cirúrgico.

Tratamentos clínicos para a Doença de Peyronie

Os pacientes que não apresentarem disfunção erétil podem recorrer aos tratamentos clínicos disponíveis, já que seu objetivo é amenizar as dores e estabilizar ou curar a curvatura. As alternativas incluem:

Tratamentos físicos com fontes de energia

Nesta modalidade, o indivíduo pode ser submetido a sessões de ondas de choque de baixa amplitude. Este tratamento pode causar melhora da dor e diminuir a intensidade da curvatura. É importante ressaltar que a terapia com ondas de choque somente deve ser aplicada na fase aguda da doença (quando a curvatura está ocorrendo). Quando aplicado na fase crônica, momento em que o grau da curvatura é máximo e já existe placa peniana calcificada, não há qualquer benefício.

Drogas orais

As drogas orais usadas para reverter os sintomas da doença de Peyronie são vitamina E, paraminobenzoato de potássio, tamoxifeno e colchichina.

Drogas intralesionais

O médico também pode indicar o tratamento com drogas intralesionais, como corticoides, verapamil e interferon alfa. Mais recentemente, a colagenase de Clostridium mostrou excelentes resultados quando aplicada na fase aguda da doença. Infelizmente, este produto ainda não está disponível no Brasil.

Dispositivos de tração

O uso de extensores penianos na fase aguda da doença pode trazer benefício.

Tratamentos cirúrgicos

O tratamento cirúrgico da doença de Peyronie é a melhor opção para pacientes que desenvolveram um grau tão intenso de curvatura que torna a penetração difícil ou até impossível, e também para aqueles que tem a curvatura associada à disfunção erétil.

Cirurgias para correção da curvatura

Existem três tipos de cirurgia para correção da curvatura peniana adquirida:

  • Procedimentos que visam compensar a curvatura, agindo na área oposta à placa (Plicaturas);
  • Cirurgias que proporcionam incisão ou excisão das placas, com enxertos ou não, agindo especificamente na área afetada (Corporoplastias com enxerto);
  • Implante de prótese peniana é recomendado nos casos em que há disfunção erétil grave associada à doença de Peyronie. Nesse caso, pode-se empregar uma técnica cirúrgica para aumento peniano, que pode proporcionar aumento de até 3 centímetros.

Vale ressaltar que as plicaturas são procedimentos mais simples e, portanto, usadas em casos mais brandos. As corporoplastia com enxerto são reservadas para casos mais complexos.

Consulte um urologista

Como foi dito anteriormente, a doença de Peyronie tem tratamento e um urologista deve ser buscado. Cada paciente deve ser analisado individualmente para buscar as melhores formas de tratamento e obter êxito. Cuide-se!

Quando se preocupar com a curvatura peniana?

A curvatura peniana adquirida, mais conhecida como Doença de Peyronie é uma doença que acomete 1 em cada 10 homens, iniciando-se após a quarta ou quinta década de vida. Tem como causa microtraumas repetitivos gerados durante os intercursos sexuais.

Inicialmente, o homem sente um desconforto ou uma dor localizada em determinada área do pênis. Com o passar do tempo, a região ao redor de onde ocorria a dor começa a ficar mais endurecida, e é neste momento que se inicia o processo de curvatura peniana. O intervalo entre o início da curvatura até a estabilização da mesma (ponto em que o pênis atinge o grau máximo de curvatura) pode ser de muitos meses.

O pênis ocupa uma posição central na sociedade moderna e, por este motivo, qualquer anormalidade peniana torna-se motivo de grande preocupação para o homem.

Homens que são acometidos por esta enfermidade podem apresentar graus de curvatura tão acentuados que impossibilitam a penetração durante o coito. Além disso, podem também desenvolver deformidades penianas severas, disfunção erétil e encurtamento peniano em graus variados.

Tratamentos para a curvatura peniana

É importante ressaltar que, independente da fase em que se encontra, a doença tem tratamento.

Nas fases mais iniciais, este tratamento tende a ser clínico, com o uso oral de medicações anti-inflamatórias e antioxidantes e utilização de extensores penianos.

Nas fases mais tardias o tratamento tende a ser cirúrgico, utilizando plicaturas penianas, corporoplastias com enxerto (procedimentos cirúrgicos para correção da curvatura) ou implante de próteses penianas semirrígidas ou infláveis.

Tudo sobre doença de Peyronie

A doença de Peyronie é uma curvatura peniana adquirida que afeta um em cada dez homens, iniciando-se, em geral, na quarta ou quinta década de vida.

Existem diversas teorias a respeito da causa da doença, mas a mais aceita fala sobre a ocorrênica de microtraumas no pênis ao longo da vida sexual do homem. Estes microtraumas causam lesão peniana e o processo de cicatrização para reparar a lesão causa o encurtamento de determinada área do pênis.

O que o paciente com doença de Peyronie sente?

Inicialmente, o paciente sente dor às ereções. Com a evolução da doença, passa a ocorrer a curvatura peniana que é mais evidente com o pênis em ereção máxima.

Dependendo do local onde ocorreu a lesão que levou ao processo de curvatura, o paciente pode sentir uma placa endurecida no pênis, que nada mais é que o depósito de cálcio sobre a área cicatrizada e ainda pode experimentar deformidades penianas severas, como o pênis em ampulheta (deformidade onde a determidada área da haste peniana sofre um afilamento concêntrico dando o aspecto de ampulheta ao pênis).

Doença de Peyronie e a disfunção erétil

Quando a cirurgia para o tratamento da doença de Peyronie é indicada, é muito importante a avaliação da função erétil do paciente. É feita uma análise clínica, laboratorial e, em casos duvidosos, realizamos um teste de ereção fármaco induzido (TEFI) associado a uma ultrassonografia com doppler colorido para avaliar se as estruturas que levam a ereção estão sadias.

Em casos onde a curvatura é associada à disfunção erétil grave ou quando a doença causou uma deformidade peniana circunferencial (deformidade em ampulheta), as próteses penianas semirrígidas ou infláveis tornam-se a principal indicação.

O procedimento para o implante é realizado com anestesia raquidiana e dura aproximadamente 2 horas. De uma forma geral, o paciente recebe alta no dia seguinte à cirurgia e retorna às atividades profissionais após sete a 10 dias.

Para mais informações, procure o Dr. Luiz Augusto Westin, especialista em urologia reconstrutora no Rio de Janeiro, e marque uma consulta!