Redução do clitóris: é possível?

Muitas mulheres não estão satisfeitas com seu corpo, perdendo a autoestima, a confiança e até mesmo a procura pelo ato sexual. Uma dessas causas que abalam a autoestima feminina é a anomalia clitoriana, ou clitoromegalia. Muitas mulheres que sofrem com essa anomalia manifestam o desejo de realizar a cirurgia de redução do clitóris. Mas será que é possível passar por esse procedimento sem interferir na função do órgão do prazer?

O que é clitoromegalia?

A clitoromegalia ou hipertrofia do clitóris é uma anomalia na qual o clitóris em repouso, ou seja, sem qualquer estímulo sexual, tem um tamanho maior que o normal, muitas vezes tendo um aspecto semelhante ao de um pênis pequeno. A hipertrofia do clitóris ocorre devido ao aumento dos níveis de alguns hormônios em qualquer fase da vida.

Quais são as possíveis causas desta anomalia?

Na vida intrauterina, certas condições genéticas, como a hiperplasia adrenal congênita ou o uso de hormônios pela mãe durante a gravidez, podem ocasionar não somente o aumento clitoriano, mas também outras alterações na genitália feminina, tornando-a uma genitália ambígua, ou seja, um órgão sexual não claramente feminino ou masculino. Nesse caso, outros exames são necessários para a determinação do sexo genético da criança.

Dentre as causas adquiridas, se destacam condições onde há um aumento dos níveis sanguíneos de hormônios androgênicos, sendo a causa mais comum a síndrome dos ovários policísticos.

O uso de esteroide anabolizante por mulheres, tanto por motivos médicos para o tratamento de determinadas doenças quanto o uso indiscriminado para o simples ganho de massa muscular, pode induzir o aumento do clitóris, causando uma clitoromegalia irreversível mesmo após a interrupção do tratamento.

Um clitóris “grande” pode ainda não ter uma causa aparente e sim ser somente uma variação da normalidade de tamanho em uma mulher sem qualquer doença.

Quais são as consequências da anomalia clitoriana?

Um clitóris hipertrofiado, ou mesmo uma mulher com um clitóris acima da média, pode causar não só sofrimentos físicos, tais como desconforto e dor durante o ato sexual, mas acima de tudo emocionais. Seu aspecto semelhante a um pequeno pênis pode fazer com que a mulher sofra sérios constrangimentos durante uma relação sexual fazendo com que a mesma perca o interesse por sexo.

Como realizar a cirurgia de redução do clitóris?

Não existem tratamentos medicamentosos para a redução do clitóris. Uma vez hipertrofiado, a única forma de adequá-lo é através de uma cirurgia chamada de clitoroplastia redutora.

Trata-se de um procedimento cirúrgico para redução do clitóris, no qual o clitóris é desmembrado, fazendo-se a preservação de todas as estruturas responsáveis pela sensibilidade do mesmo. Em outras palavras, o clitóris sofre uma readequação do tamanho sem perder sua função principal: a manutenção do prazer feminino.

O resultado final de uma redução de clitóris, ou clitoroplastia, é a recuperação da autoconfiança feminina com seus parceiros e também da autoestima, melhorando assim a intensidade das relações sexuais, a qualidade do orgasmo e, em última análise, melhorando a qualidade de vida.

Onde realizar a cirurgia de redução do clitóris?

Por se tratar de uma cirurgia delicada, o recomendado é procurar o profissional mais indicado, para garantir o êxito da operação e a satisfação da paciente. O Dr. Luiz Augusto Westin, urologista na cidade do Rio de Janeiro, é referência nacional em clitoroplastia. Além disso, realiza as principais microcirurgias genitais, consideradas complexas no segmento de Urologia Reconstrutora. Para maiores esclarecimentos, entre em contato e agende sua consulta.